
Durante entrevista ao programa Toda Hora, da Salvador FM, o deputado estadual Robinson Almeida (PT) também comentou as articulações para a formação da chapa majoritária da base governista para as eleições de 2026.
Segundo o parlamentar, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) lidera o processo de diálogo entre os partidos aliados para definir os nomes que irão compor a chapa.
“O governador Jerônimo Rodrigues lidera a montagem da chapa majoritária. Com o episódio da saída do senador Angelo Coronel do Partido Social Democrático (PSD), naturalmente as duas vagas ao Senado ficaram para os dois pretendentes, Rui Costa e Jaques Wagner”, afirmou.
O deputado destacou ainda que a definição da vaga de vice-governador segue em discussão dentro da base aliada. Segundo ele, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) defende a manutenção do espaço, mas outros partidos também demonstram interesse em indicar nomes.
“A vaga de vice ainda está em debate. O MDB reivindica a continuidade, mas há também a possibilidade de outros partidos da base do governo indicarem lideranças para ocupar esse espaço. Das quatro vagas, três já estão consolidadas”, disse.
Robinson Almeida também chamou atenção para a importância das suplências ao Senado, que costumam ser estratégicas nas negociações políticas.
“Temos que lembrar também do espaço da suplência do Senado. Cada senador pode indicar dois suplentes e essas vagas são importantes, porque é comum que senadores, na hipótese de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, possam ocupar funções no Executivo e aí surgir esse espaço para o suplente”, explicou.
Segundo o parlamentar, a expectativa é que a definição final da chapa aconteça nas próximas semanas. “Até o final de março será anunciada a composição final”, afirmou.
Prefeitura de Salvador
Na ocasião, o deputado também comentou a possibilidade de disputar a prefeitura de Salvador nas eleições de 2028. O nome dele chegou a ser especulado para a disputa municipal de 2024.
Robinson Almeida afirmou que acredita que o PT deverá apresentar uma candidatura própria na próxima eleição municipal.
“Eu creio que o PT deva apresentar uma alternativa de candidatura na próxima eleição, porque foi uma espécie de frustração do eleitorado de esquerda não poder votar no 13. Nas minhas andanças eu escuto muito isso: ‘seja candidato’. Então eu deixo meu nome à disposição”.


