Foto: Premiere / Reprodução
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Um lance de arbitragem chamou atenção no empate por 1 a 1 entre Bahia e Vitória, disputado na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. A equipe tricolor chegou a balançar as redes após cobrança de pênalti, mas o gol acabou anulado depois de revisão do árbitro de vídeo.

Na cobrança, Willian José bateu e viu Arcanjo defender. No rebote, Luciano Juba completou para o gol e chegou a comemorar com os companheiros. O árbitro de vídeo Wagner Reway identificou que Juba havia entrado na área antes da cobrança do pênalti e comunicou a irregularidade ao juiz de campo.

Após a revisão da jogada, o gol foi anulado por invasão, decisão que seguiu a regra aplicada em cobranças de penalidade quando um jogador da equipe atacante se adianta antes da batida. O episódio acabou se tornando um dos momentos mais comentados do clássico.

Mas afinal, o que diz a regra?

A regra de invasão de área no pênalti foi alterada em 2024. A International Football Association Board (IFAB), organização que elabora as regras e tem a Fifa como associada, definiu que a invasão de área por jogadores (que não o batedor ou o goleiro) agora só deve ser punida se tiver um impacto material no lance.

No caso do lance do BaVi, o VAR entendeu que as invasões dos jogadores do Vitória não interferiram no lance seguinte que resultou o gol de Juba, por isso a cobrança não foi repetida.

Por outro lado, ao invadir a área, Juba conseguiu ter vantagem e marcou o gol. Neste caso, pênalti não foi repetido porque foi perdido. O lance virou um tiro livre indireto, como determina a atual regra.