Veja o resumo da noticia

  • Estádio de Pituaçu terá gramado totalmente substituído a partir de 6 de abril, com melhorias nos sistemas de drenagem e irrigação.
  • Será implantada grama americana celebration híbrida, resistente ao pisoteio, com crescimento rápido e boa adaptação a diferentes solos.
  • A intervenção, com duração de até 180 dias, começará com a remoção completa do gramado atual e de outros canteiros.
  • O investimento na obra é de R$ 2,2 milhões, planejada há mais de dois anos, mas adiada devido ao calendário de jogos.
Foto: Divulgação/Sudesb
Foto: Divulgação/Sudesb

O Estádio de Pituaçu, em Salvador, passará por uma obra de substituição completa do gramado a partir do próximo dia 6 de abril. Os detalhes da intervenção foram apresentados na manhã desta segunda-feira (16), durante reunião realizada na Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), órgão responsável pela gestão do equipamento esportivo.

Segundo a Sudesb, autarquia vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), a intervenção inclui o reforço dos sistemas de drenagem e irrigação. Além disso, está prevista a implantação da grama americana do tipo celebration híbrida, já utilizada em campos de futebol no Brasil.

Entre as principais características do novo modelo de grama estão a resistência ao pisoteio, o crescimento e a recuperação rápidos. A celebration híbrida tem ainda a boa adaptação a diferentes tipos de solo.

Com prazo estimado de até 180 dias, a intervenção terá início com a retirada completa do gramado atual, bem como de outros canteiros de grama existentes no estádio. Segundo os responsáveis, a medida é necessária para eliminar diferentes espécies presentes no campo.

Atualmente, além da grama bermuda, implantada durante a requalificação do estádio em 2009, o local apresenta espécies invasoras e diversos tipos de ervas daninhas, o que compromete a qualidade do gramado.

Investimento

De acordo com o diretor de Operações de Espaços Esportivos da Sudesb, Danilo Xavier, a intervenção conta com investimento de R$ 2,2 milhões. Ele também afirmou que a medida vem sendo planejada há mais de dois anos, mas o intenso calendário de jogos no estádio impediu sua execução antecipada.

“Desde a requalificação, há 17 anos, nunca foi realizada a troca completa do gramado, algo comum em equipamentos esportivos desse porte. Temos presença de muitas gramas invasoras, intensificada pela proximidade com o parque, criando um mosaico de espécies que dificulta a manutenção e compromete a qualidade do campo”, destacou.