Veja o resumo da noticia

  • O outono chega ao Brasil em 20 de março, marcando a transição para dias mais frescos e noites mais longas, com duração até 21 de junho.
  • Previsões climáticas indicam que a chuva pode persistir além do normal e o frio pode demorar a chegar, com influência do El Niño no Sul.
  • Apesar da ausência inicial de El Niño e La Niña, o outono de 2026 poderá apresentar períodos mais quentes, típicos do El Niño.
  • Na Bahia, o outono se manifesta de forma heterogênea, com chuvas acima da média em algumas áreas e período mais seco em outras.
  • Regiões como a Metropolitana de Salvador e o Recôncavo Baiano devem concentrar os maiores volumes de chuva durante o outono.
Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS
Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS

O Brasil se despede da estação mais quente do ano, o verão, para dar espaço para dias mais frescos. O outono chega no Brasil às 11h45 desta sexta-feira (20) e segue até o dia 21 de junho.

De acordo com a Climatempo, a chuva deve se estender um pouco mais que de costume e o frio deve demorar para aparecer. Além disso, a chegada do El Niño deve trazer mais chuva para o sul do Brasil.

O outono de 2026 começa sem influência do El Niño nem da La Niña. Ainda assim, podem haver períodos mais quentes, característicos do El Niño. Além dos dias mais amenos, a nova estação também traz dias mais curtos e noites mais longas.

Outono na Bahia

Na Bahia, são esperadas chuvas fortes, que podem ser acima da média, mas com variações em diversas partes do estado. Enquanto o Centro-Oeste entra na fase final do período chuvoso, a Região Metropolitana e o Recôncavo, passa a concentrar os maiores volumes de chuva do ano.

Em Salvador, as precipitações acontecem de forma gradual em toda a faixa litorânea. A meteorologista do Inema, Claudia Valeria explica que o outono se comporta de formas diferentes no estado.

“O outono na Bahia não se comporta de forma homogênea. Enquanto algumas áreas entram em uma fase mais seca, outras passam a concentrar os maiores acumulados de chuva do ano. Esse contraste reforça a importância do monitoramento contínuo, tanto para a gestão de recursos hídricos quanto para a prevenção de impactos associados às chuvas mais frequentes”, explica.