Veja o resumo da noticia

  • Presidente da CCJ rebate críticas sobre suposta demora na análise do projeto que prevê o fim da escala 6×1, destacando a relevância do tema.
  • Lomanto ressalta o compromisso da comissão em debater e aprofundar o tema, considerando o impacto para trabalhadores e setor produtivo.
  • O parlamentar destaca a realização de audiências públicas e aguarda a participação do ministro da Fazenda para prosseguir com a votação.
Deputado federal Leur Lomanto Júnior. Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Deputado federal Leur Lomanto Júnior. Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Leur Lomanto (União-Brasil), rebateu, nesta quarta-feira (25), críticas de integrantes do governo do Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre uma suposta demora na análise do projeto que prevê o fim da escala 6×1. A informação é da coluna de Milena Teixeira, do portal Metrópoles.

Segundo o parlamentar, não há atraso na tramitação da proposta. Ele ressaltou que, devido à relevância do tema, os membros da comissão têm se dedicado ao aprofundamento das discussões.

“De forma nenhuma. Estamos cumprindo todos os compromissos de debater esse assunto. Foi uma deliberação do próprio plenário da CCJ, diante do impacto que esse projeto traz para o Brasil. Os membros da comissão querem ter a oportunidade de discutir e aprofundar o tema, que afeta tanto a classe trabalhadora quanto o setor produtivo”, declarou.

Além disso, Lomanto destacou o andamento das atividades na comissão, mencionando a realização de audiências públicas e o cronograma previsto antes da votação. Ele também cobrou a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

“Já promovemos duas audiências públicas e temos mais duas programadas. Depois disso, o projeto estará pronto para ser votado. Também aguardamos a participação do ministro da Fazenda, que nos enviou um ofício informando que não pôde comparecer. Estamos aguardando a presença do ministro da Fazenda. Já contamos com a participação do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e de representantes das centrais sindicais. Na próxima etapa, vamos ouvir o setor produtivo. Portanto, não há qualquer tipo de atraso nas discussões”, afirmou o deputado.