Veja o resumo da noticia
- Flagrante de três homens no teto de ônibus em Salvador, classificado como desrespeito ao transporte público pelo Sindicato dos Rodoviários.
- Sindicato relata risco à vida dos envolvidos, à segurança de passageiros e rodoviários, mencionando prática recorrente de 'surf no busu'.
- Cobrança por parte do sindicato de ações da segurança pública, SSP, Semob e Transalvador para identificar e responsabilizar.

Três homens foram flagrados no teto de um ônibus que circulava pela Avenida Luís Viana Filho, a Paralela, em Salvador, no último sábado (14). O Sindicato dos Rodoviários da Bahia divulgou um registro do ocorrido e classificou a situação como um episódio de desrespeito ao transporte público.
Nas imagens divulgadas, os homens aparecem sentados na parte superior do veículo enquanto ele trafegava pela via. Segundo o sindicato, a situação coloca em risco a própria vida dos envolvidos, além da segurança dos passageiros e dos rodoviários que operavam o ônibus.
“Infelizmente, essa prática conhecida como ‘surf no busu’ está virando rotina em nossa cidade. Um caso semelhante já havia sido registrado nas proximidades da Fonte Nova, no dia 3 de novembro do ano passado”, relatou a entidade.
De acordo com o sindicato, em algumas situações os motoristas também são coagidos pelos envolvidos a não parar o veículo. Segundo a entidade, os condutores podem sofrer ameaças ou agressões caso tentem impedir a ação.
Diante do novo episódio, o sindicato informou que entrou em contato com os órgãos de segurança pública e aguarda providências para identificar e responsabilizar os envolvidos.
“O sindicato já entrou em contato com a segurança pública e aguarda providências para a identificação e responsabilização dos envolvidos. Também estaremos encaminhando ofício à SSP, além da Semob e da Transalvador, cobrando providências formais”, destacou.
Além disso, a entidade questionou a atuação dos órgãos responsáveis pela fiscalização do trânsito e do transporte público na cidade.
“Muitas vezes elas só aparecem para canetar o trabalhador, mas, quando os rodoviários realmente precisam, simplesmente não estão presentes. E as câmeras de monitoramento da cidade, que deveriam ajudar a identificar e coibir esse tipo de prática? Rodoviários e passageiros precisam de segurança”, finalizou.


