Veja o resumo da noticia

  • Oficialização dos Palhaços do Rio Vermelho como Patrimônio Cultural Imaterial de Salvador, por meio de lei municipal.
  • Compromisso do poder público em proteger e incentivar a manifestação, garantindo a preservação do evento.
  • Responsabilidade da Fundação Gregório de Mattos e da Secretaria de Cultura na preservação e continuidade histórica.
  • Surgimento do cortejo em 1986, idealizado por Rui Santana, visando resgatar o espírito carnavalesco.
  • Organização da festa pelo Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho, antes do Carnaval.
Foto: Ulisses Gama/GOVBA
Foto: Ulisses Gama/GOVBA

A tradicional manifestação popular dos “Palhaços do Rio Vermelho” se tornou, oficialmente, Patrimônio Cultural Imaterial de Salvador. A medida foi oficializada pela prefeitura e publicada nesta quinta-feira (26), no Diário Oficial do Município, por meio da Lei nº 9.951.

Segundo o texto, o poder público assume o compromisso de proteger e incentivar a manifestação. Além disso, a legislação prevê iniciativas voltadas à documentação, valorização e difusão da tradição.

Com isso, a Fundação Gregório de Mattos e a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo passam a ser responsáveis pelas políticas de preservação, garantindo a continuidade histórica do evento. Dessa forma, a lei também assegura apoio governamental a ações de fomento e difusão da expressão cultural, reforçando a presença da tradição nas ruas da cidade.

Origem dos Palhaços do Rio Vermelho

O cortejo “Palhaços do Rio Vermelho” surgiu em 1986, a partir de um encontro entre amigos liderado pelo artista plástico Rui Santana. Assim, com o passar dos anos, a proposta de resgatar a essência lúdica e a espontaneidade do Carnaval ganhou dimensão popular.

O Instituto Artístico e Sociocultural Palhaços do Rio Vermelho organiza a festa, que acontece no penúltimo sábado antes do Carnaval.