
Nesta quarta-feira (18), os professores da rede municipal de ensino em Salvador promoveram a primeira assembleia geral para discutir a campanha salarial de 2026. O ato ocorreu no Ginásio dos Bancários, no centro de Salvador. A reunião aconteceu dias após a Câmara de Salvador ter aprovado o projeto de lei enviado pelo prefeito Bruno Reis (UB), que concedeu reajuste salarial do piso nacional em 5%.
Segundo anúncio feito pelo coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-Sindicato), professor Rui Oliveira, a categoria aprovou a realização de uma paralisação das atividades no próximo dia 25 de março.
Além disso, completou o dirigente, o sindicato vai realizar uma passeata no mesmo dia, saindo da Praça da Piedade com destino à Praça Municipal, onde acontecerá uma “Feira de Denúncias”.
Reivindicações e Paralisação
A diretora da APLB-Sindicato, Elza Melo, afirmou que a pauta de reivindicações dos professores também abrange o cumprimento de acordo por parte da Prefeitura de Salvador. Este acordo, segundo a entidade, foi firmado no âmbito da campanha salarial de 2025 e ainda não foi cumprido integralmente.
Ainda segundo Elza, a “Feira de Denúncias” terá o objetivo de mostrar à população a situação da educação no município de Salvador.


