Veja o resumo da noticia

  • Adiado pela terceira vez o julgamento do caso de feminicídio da quilombola Tainara dos Santos na Justiça da Bahia, sem nova data definida.
  • A suspensão do júri ocorreu após solicitação da defesa do acusado; Tainara, de 27 anos, era mãe, trancista e moradora de quilombo.
  • O ex-companheiro é o principal suspeito do crime; Tainara foi vista pela última vez em novembro de 2024 e deixou três filhas.
Foto: Claudia Correia
Foto: Claudia Correia

A Justiça da Bahia adiou pela terceira vez o júri do caso de feminicídio contra a quilombola Tainara dos Santos. Até o momento, a Justiça não definiu uma nova data. O último júri popular estava marcado para a próxima quinta-feira (12).

O júri foi suspenso após pedido da defesa do acusado. Tainara tinha 27 anos, era mãe, trancista e moradora do quilombo de Acutinga Motecho, na cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano.

O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima. Familiares viram Tainara pela última vez em outubro de 2024, quando ela saiu para encontrar com o ex-companheiro, mas logo depois desapareceu. Tainara dos Santos deixou três filhas.