Veja o resumo da noticia

  • Adiado o julgamento da morte de Henry Borel devido ao abandono do júri pela defesa de Jairinho no Rio de Janeiro.
  • Monique Medeiros, mãe de Henry, recebe o direito de responder ao processo em liberdade após o adiamento.
  • Justiça determina acompanhamento de defensor público nas próximas sessões para evitar interrupções.
Foto: Reprodução
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Cinco anos após a morte de Henry Borel, o julgamento marcado para esta segunda-feira (23), no Rio de Janeiro, foi adiado. A decisão ocorreu após a defesa do ex-vereador Jairinho abandonar o Júri.

Diante do novo adiamento, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu a Monique Medeiros, mãe da criança, o direito de responder ao processo por omissão em liberdade.

Para evitar novas interrupções, a Justiça determinou que um defensor público acompanhe a próxima sessão

Relembre o caso

Henry Borel morreu aos 4 anos de idade, na madrugada de 8 de março de 2021, no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros e o padastro, Dr. Jaririnho, na Barra da Tijuca, no Rio.

A criança chegou a ser levada para um hospital particular na Barra da Tijuca. À época, o casal alegou que Hnery teria sofrido um acidente doméstico. Entretanto, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) indicou que o menino sofreu 23 lesões por ação violenta, a exemplo de laceração hepática e hemorragia interna.

As investigações da Polícia Civil concluíram que Henry era vítima de rotinas de tortura praticadas pelo padrasto e que a mãe tinha conhecimento das agressões, conforme informações da Agência Brasil.