diretor de presídio exonerado
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O caso envolvendo o ex-diretor do presídio de Paulo Afonso, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, avança para uma nova fase jurídica após sua transferência para custódia militar em Aracaju.

Ele é investigado pelo assassinato da empresária e estudante de direito Flávia Barros, de 38 anos, morta a tiros na madrugada do último domingo (22), dentro de um hotel na capital sergipana.

Após receber alta do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) nesta quinta-feira (25), Tiago foi encaminhado diretamente ao presídio militar, onde permanece à disposição da Justiça. A defesa do acusado será conduzida por um grupo formado por cinco advogadas, cuja contratação, segundo a Record, foi feita pela esposa dele. Até o momento, não há confirmação se ela tinha conhecimento de um eventual relacionamento entre o marido e a vítima.

O crime, que ganhou repercussão pela posição ocupada pelo suspeito no sistema prisional baiano, também provocou comoção no meio acadêmico. Flávia Barros, além de empresária, cursava Direito, e foi homenageada pela instituição de ensino na última terça-feira (24).

As circunstâncias do homicídio e a relação entre vítima e acusado seguem como pontos centrais das investigações.