Veja o resumo da noticia
- Deputado Samuel Júnior critica a escolha de Erika Hilton para presidir Comissão dos Direitos da Mulher na Assembleia Legislativa da Bahia.
- Questionamento sobre a representatividade de uma pessoa trans na presidência da comissão e a ausência de reação de deputadas federais.
- O deputado relaciona a escolha da presidente ao posicionamento de partidos de esquerda e menciona concepções religiosas.

A escolha da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados continua rendendo repercussão política. Nesta terça-feira (17), o deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) criticou a parlamentar durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).
Durante o pronunciamento, Samuel Júnior questionou a escolha da deputada. Ele também cobrou posicionamento das parlamentares eleitas.
“Pasmem, meus senhores, no ano de 2026, no mês que se diz que é o mês de homenagear a mulher, a comissão que protege os direitos da mulher pega um trans e coloca agora para presidir. Aí fica a minha pergunta: […] onde estavam as senhoras 91 deputadas [federais] que foram eleitas para, teoricamente, defender os interesses das mulheres?”, questionou.
Questionamentos
Na sequência, o deputado abordou o conceito de pessoa trans e voltou a questionar a representatividade da presidência da comissão.
“É só qualquer pessoa acessar o Google e perguntar o que é uma pessoa trans. Uma pessoa trans é aquela pessoa que nasceu homem, mas se diz ser mulher. E aí se diz nas redes sociais que o nome do atual presidente, ou da atual presidente, seu nome de batismo é Felipe, mas hoje usa o nome de Érika. Essa é a pessoa que está hoje defendendo, presidindo uma comissão tão importante. Mas qual mulher ela hoje está representando?”
Além disso, o parlamentar afirmou que deputadas federais não reagiram à escolha. Ele também relacionou a eleição ao posicionamento de partidos políticos.
“Volto a perguntar, onde estavam as senhoras, 91 deputadas (…) mas todas de braços cruzados. (…) Veja de onde é essa deputada, do PSOL. Mas, infelizmente, ainda acaba tendo o apoio do partido do PT e outros partidos da esquerda. Mas, pasmem, meus senhores, (…) querem desconfigurar aquilo que Deus criou. E Deus criou foi homem e mulher, assim Deus o fez”, disse
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