Veja o resumo da noticia
- Discussão na Assembleia Legislativa da Bahia entre deputados Luciano Ribeiro e Rosemberg Pinto sobre contrato de consultoria.
- Luciano Ribeiro defende contrato de ACM Neto com o Banco Master, questionado por Rosemberg Pinto.
- Ribeiro critica insinuações de ilicitude e exalta a transparência das finanças de ACM Neto.
- Rosemberg Pinto nega leviandade e afirma apenas ter reproduzido informações da mídia sobre o contrato.

Durante sessão na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), os deputados Luciano Ribeiro (União Brasil) e Rosemberg Pinto (PT) discutiram nesta quarta-feira (11) sobre um contrato de consultoria de R$ 3,6 milhões ligado a uma empresa do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, com o Banco Master.
“Quer criminalizar um contrato, um serviço prestado por alguém que não exerce cargo público e que prestou o seu serviço e recebeu a sua remuneração… Dizer, levianamente, que um contrato privado de ilicitude é, no mínimo, irresponsável”, disse Luciano Ribeiro.
“O homem público sem o cargo público tem alguns caminhos a prosseguir. Trabalhar, prestar serviços para se manter dignamente com contratos claros, com dinheiro em sua conta, com impostos pagos. Este é o caminho que ACM Neto percorreu”, continuou o deputado.
“Mas há outro caminho que outros políticos preferem seguir. É receber o dinheiro da sua manutenção de forma oculta nas malas, de forma excusa através das empresas, sem saber por onde entra esse dinheiro, e este caminho ele não percorreu. Portanto, aqui a minha fala é para demonstrar que não se deve, levianamente, sem outro assunto a tratar sobre a corrupção”, disparou Ribeiro.
Rosenberg Pinto rebateu: “Foi indelicado de me chamar de leviano. Leviano é você. Eu não usei nenhum tipo de leviandade. Apenas reproduzi que ACM Neto tem um contrato de R$ 3,6 milhões com o Banco Master. Não é nenhum do Partido dos Trabalhadores que tem essa relação”, afirmou o deputado.
“O estranhamento que coloquei é estranhamento público. Não ataquei o deputado Luciano. Não usei leviandade. Repetir o que está na mídia não é leviandade. Quem disse foi a imprensa, não eu”, disse Rosemberg.


