
O prefeito de Jequié, cidade do interior da Bahia, Zé Cocá (PP) foi anunciado oficialmente como ré-candidato a vice-governador nas eleições deste ano na chapa de ACM Neto (UB). Nesta sexta-feira, Zé Cocá esteve em Salvador para participar do Encontro Estadual de Prefeitos da Bahia durante Salão Sebrae das Cidades Empreendedoras e falou com a equipe do PS Notícias sobre o convite feito por Neto.
“Foi um convite muito especial. Agradeço a ACM Neto e a todo o meu partido, pela indicação. Eu sempre disse que não tinha ambições por cargos, nem de prefeito, nem de compor chapas. Desejava um projeto político que pudesse ajudar a construir a Bahia que sonhamos. Um projeto que trabalhasse a segurança pública, a assistência técnica ao pequeno produtor, que trouxesse a indústria para o interior e levasse a riqueza a quem mais precisa”, disse.
Zé Cocá admitiu que chegou a conversar com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), para uma possível aliança para a formação de uma chapa. Contudo, as conversas não prosseguiram e ele optou por acreditar no projeto político do União Brasil.
Quando o governador me procurou, eu sempre priorizei as pessoas, não os partidos. Acreditei nele, quando ele falou em trazer obras. Nunca discutimos questões políticas. Se eu dissesse que conversei com o governador sobre política, estaria mentindo. Ele sempre discutiu pautas, mas, infelizmente, nenhuma delas se concretizou. Por isso, preferi permanecer onde estava, em um projeto com o qual me identifico.
Geddel Vieira Lima e a proposta de aliança
Ainda de acordo com Cocá, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB), tentou convencê-lo a integrar a chapa de Jerônimo Rodrigues. “Geddel me ligou algumas vezes. Gosto muito dele. Ele mencionou um projeto para que fizéssemos parte da chapa. Respondi que acredito que política é um projeto. Não estou na vice para ser uma figura decorativa, mas sim para mudar a Bahia, para fazer um trabalho diferenciado. Não vi isso, então agradeci o convite dele para o MDB e para a chapa”, disse.











