

A mãe do menino o levou até a delegacia porque ele confessou para ela o crime, segundo a Polícia Civil. Mas para os investigadores ele contou versões diferentes – ele foi até a delegacia três vezes desde a tarde de ontem. Disse que havia uma outra pessoa envolvida, que seria o responsável por ter matado Raíssa. Ele identificou esse homem como "Baianinho" e disse que ele estava andando de bicicleta pelo local. Depois, contou que foi forçado por esse homem, que tinha uma faca, a ajudar a matar a menina. A garota morreu possivelmente de asfixia mecânica, mas o laudo pericial deve confirmar isso. Ela estava pendurada pelo pescoço em uma árvore no Parque do Anhaguera, a cerca de 2 km do local da festa. Tinha sangue no rosto e uma lesão no ombro.
A polícia também investiga se ela sofreu abuso sexual. Um vídeo de câmeras de segurança do parque mostra o garoto andando com Raíssa. Ele contou à polícia que estava só passeando por ali. Raíssa era autista e não falava com estranhos, segundo a família. Mas a mãe da menina contou a familiares que o garoto que aparece nas imagens estava brincando com Raíssa pouco antes dela desaparecer. Na filmagem, Raíssa está tranquila e não aparenta estar sendo coagida.
Reprodução: Correio
REDAÇÃO DO LD


