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Manifestantes protestam contra os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL), de 38 anos, e do motorista Anderson Pedro Gomes, de 39, na Avenida Paulista, em São Paulo — Foto: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

 

Um relatório conjunto da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) encontraram um elo entre o falecido chefe do “Escritório do Crime” Adriano Magalhães Nóbrega, morto na Bahia, e o acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, Ronnie Lessa.

De acordo com o documento, divulgado neste domingo (12) pelo site UOL, Adriano usava uma concessionária de carros de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O local foi pesquisado por Lessa na internet e, antigamente, era frequentado por Márcio Mantovano, homem de confiança dele, já preso.

“O estabelecimento Garage Store é suspeito de transacionar com Adriano da Nóbrega, alvo da Operação Intocáveis, e foi pesquisado por Ronnie Lessa junto à ferramenta Google”, diz um trecho do documento revelado pelo site.

Conforme a publicação, um dos donos da concessionária, contudo, negou ter feito qualquer tipo de transação comercial com Adriano ou com Lessa, além de não ter sido chamado para depor às autoridades.

 

 

Da Redação /// Figueiredo