
O cantor Targino Gondim comentou a decisão de prefeitos baianos que estabeleceu o teto de R$ 700 mil para cachê de artistas nas festas juninas. Para o forrozeiro, é possível realizar um grande São João mesmo com orçamento mais enxuto, desde que haja valorização do forró tradicional. A declaração foi dada nesta sexta-feira (13), durante passagem pelo Camarote Expresso 2222, no Carnaval de Salvador.
“No São João, eu acho que sempre tem que predominar a sanfona e o forró autêntico. Quando o turista vem para o Nordeste, principalmente aqui na Bahia, vem em busca do forró. Repensar os gastos, tem como fazer um baita São João com um custo reduzido contratando os forrozeiros autênticos”.
“Desde o estouro de ‘Esperando na janela’, no início dos anos 2000, junto com Gil, aqui no camarote e outros artistas também. Passei a tocar tem bastante tempo. Amanhã faço o trio no Campo Grande, puxando forró, cantando músicas de Edson Gomes. Reggae misturado com arrasta-pé. Animando as pessoas aqui em Salvador e dando uma deixa do que vem aí no São João”.


