Reprodução
Reprodução

Sete registros de suspeita de Mpox foram comunicados à rede de vigilância do estado ao longo de 2026, conforme atualização divulgada neste sábado (21) pelo Governo da Bahia. A apuração dos casos está em curso e segue o protocolo padrão de resposta rápida, que inclui investigação epidemiológica e confirmação por exames laboratoriais. Não há, até o momento, mortes associadas à doença no estado.

O levantamento é resultado do trabalho integrado da Secretaria da Saúde da Bahia com os núcleos de vigilância, envolvendo a Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia e o Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz, responsáveis pelo monitoramento, investigação e análises laboratoriais.

Na revisão dos registros, um atendimento notificado em Vitória da Conquista foi descartado para Mpox após exames apontarem varicela como diagnóstico definitivo. Já um dos pacientes acompanhados é procedente de Osasco e teve o caso classificado como importado, uma vez que apresentou os primeiros sintomas antes de chegar à Bahia, indicando São Paulo como provável local de infecção.

Com isso, o balanço atual aponta que, entre as sete notificações: cinco não se confirmaram, uma foi reclassificada para varicela e apenas uma permanece como Mpox, na condição de caso importado.