Veja o resumo da noticia

  • Ministra da Cultura rebate críticas sobre sua atuação artística e nega uso da Lei Rouanet em apresentações durante sua gestão.
  • Margareth Menezes enfatiza sua trajetória profissional de 41 anos e o cuidado com seu cargo no governo federal.
  • A ministra considera as críticas injustas e desproporcionais, visando prejudicar sua carreira profissional.
  • Defesa do direito de artistas em cargos públicos exercerem suas profissões, como outros profissionais.
  • Redução significativa nas apresentações desde que assumiu o ministério, atuando principalmente em sua cidade.
  • Ministra classifica as críticas como perseguição desleal, direcionada a ela e sua equipe de trabalho.
Foto: Vagner Souza / PS Notícias
Foto: Vagner Souza / PS Notícias

Durante o lançamento do programa Rouanet no Interior, nesta quinta-feira (26), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, rebateu críticas sobre sua atuação artística enquanto ocupa o cargo no governo federal. Ela negou ter usado recursos da Lei Rouanet em apresentações de Carnaval, antes ou durante sua gestão.

Com 41 anos de carreira, Margareth destacou que construiu sua trajetória com dedicação e profissionalismo, no Brasil e no exterior. “Eu sempre busquei fazer as coisas da melhor maneira possível, especialmente agora, como ministra da Cultura. Tenho um cuidado imenso com isso”, disse.

Ela classificou as críticas como injustas e desproporcionais. “Essas construções são muito desastrosas porque não criminalizam a pessoa, mas a profissional. Tentam atingir minha carreira de forma equivocada”, afirmou.

A ministra defendeu que artistas que assumem cargos públicos continuam com o direito de exercer sua profissão. “Todos os músicos e trabalhadores da cultura têm o direito de exercer suas profissões, assim como ministros, senadores e deputados exercem as suas”, disse.

Margareth explicou que reduziu significativamente suas apresentações desde que assumiu o ministério. “Durante este tempo, tenho me apresentado apenas na minha cidade e no meu estado, em respeito ao meu cargo público. Não posso abrir mão de um direito que é constitucional”, explicou.

Por fim, a ministra afirmou que as críticas representam uma perseguição desleal. “Atacam não apenas a mim, mas toda a equipe que trabalha comigo. É assim que eu sempre me comportei e é assim que vou continuar”, concluiu.