Veja o resumo da noticia

  • Prisão em flagrante de duas mulheres tentando entrar na Cadeia Pública de Salvador com drogas escondidas em marmitas para seus filhos.
  • Primeiro caso: apreensão de 38 gramas de substância análoga à maconha escondida em vasilha com farofa durante revista de rotina.
  • Segundo caso: visitante tenta entrar com 13 gramas de substância semelhante a haxixe, também oculta em farofa, sendo detida.
  • A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) reforça fiscalização para impedir entrada de ilícitos.
Imagem: Reprodução/Seap-BA
Imagem: Reprodução/Seap-BA

Duas mulheres foram presas em flagrante nesta segunda-feira (2) ao tentarem entrar na Cadeia Pública de Salvador (CPSa) com drogas escondidas em marmitas que seriam entregues aos próprios filhos, custodiados no sistema prisional baiano. Os casos ocorreram no mesmo dia, mas envolveram visitantes e internos diferentes.

No primeiro flagrante, policiais penais encontraram cerca de 38 gramas de uma substância análoga à maconha escondidas dentro de uma vasilha com farofa. A droga foi identificada durante o procedimento de revista de rotina realizado na entrada da unidade. Após a constatação, os agentes conduziram a mulher à sala de segurança da cadeia e, em seguida, a encaminharam à Central de Flagrantes, onde foram adotadas as medidas legais.

Em outra ocorrência registrada também na segunda-feira, uma segunda visitante tentou entrar na unidade com aproximadamente 13 gramas de substância semelhante a haxixe, igualmente escondidas em uma vasilha com farofa. Os policiais penais identificaram o entorpecente durante a inspeção dos pertences. A mulher também foi levada à sala de segurança e posteriormente apresentada à autoridade policial.

Drogas em marmitas
Foto: Divulgação/Seap-BA

Medidas

As duas situações foram comunicadas à direção da unidade e registradas no sistema interno da Cadeia Pública. Por meio de nota, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou que mantém protocolos rigorosos de revista e fiscalização nas unidades prisionais, com atuação permanente da Polícia Penal para impedir a entrada de materiais ilícitos no sistema prisional.