Veja o resumo da noticia
- Marcelino Galo comenta rejeição a Leandro de Jesus na Comissão de Direitos Humanos durante agenda do ministro da Educação em Salvador
- Tentativa de reunião da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública sem sucesso na Alba.
- Declarações de Marcelino Galo sobre acordo de lideranças e autonomia na eleição da comissão.
- Discussão sobre a possibilidade de votação do nome de Thiago Correia e rejeição ao nome.

Durante a agenda do ministro da Educação, Camilo Santana, em Salvador nesta quinta-feira (5), o líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Marcelino Galo, comentou o impasse envolvendo a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Casa.
O caso aconteceu após a tentativa de reunião da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), que não foi realizada. O deputado Leandro de Jesus tentou viabilizar sua eleição como presidente do colegiado, mas a sessão acabou não acontecendo.
Em entrevista ao PS Notícias, Marcelino Galo comentou que existe um acordo entre as lideranças da maioria e da minoria para definir a ocupação dos cargos nas comissões, mas a escolha da presidência cabe aos próprios integrantes do colegiado.
“Há um acordo de lideranças, envolvendo governo, maioria e minoria, para definir a ocupação de cargos. Agora, quem compõe o colegiado tem autonomia para eleger quem vai coordenar os trabalhos”, afirmou.
Sobre a possibilidade de o nome do deputado Thiago Correia ser colocado em votação, Galo afirmou que a decisão ainda deve ser discutida entre as lideranças partidárias.
“Há uma forte rejeição ao nome dele. Então as lideranças, da maioria e da minoria, precisam resolver o que será feito. O problema é que o colegiado não aceitou e não aceita o nome”, declarou.


