Luiz Gavazza, presidente da Bahiagás. Foto: Thuane Maria/GOVBA
Luiz Gavazza, presidente da Bahiagás. Foto: Thuane Maria/GOVBA

O diretor-presidente da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), Luiz Gavazza, detalhou as ações de apoio da instituição ao carnaval neste ano de 2026. Durante entrevista concedida ao programa Ligação Direta, na Salvador FM, na noite desta sexta-feira (20), o chefe da instituição relacionou as iniciativas patrocinadas pelo Governo da Bahia através da companhia.

No total, foram 109 projetos apoiados em Salvador e 10 cidades no interior. No carnaval deste ano, a instituição aportou R$ 7,5 milhões em patrocínios. Conforme explicou o presidente, os incentivos propiciam ao folião participar de manifestações culturais sem cordas e com acesso livre.

“Em Salvador, participamos de apoio a projetos em todos os circuitos, seja no Campo Grande, no Barra-Ondina ou no Pelourinho. Tivemos uma participação efetiva nos blocos tradicionais que retratam a cultura afrobaiana, como eu gosto de chamar, que são Os Filhos de Ghandy, o Ilê Ayê, o Olodum, o Muzenza, o Afoxé Filhas de Ghandy, além de bloco temático como o Respeita as Minas, que saiu em Porto Seguro”, listou Gavazza.

Trio movido a gás natural

Outro ponto destacado por Luiz Gavazza no Carnaval de Salvador foi o fato de ter trios elétricos movidos a gás natural.

No caso do trio elétrico de Armandinho e Irmãos Macêdo, este foi o segundo ano que o caminhão foi movido a gás natural no Carnaval de Salvador em 2026.

A novidade, em 2025, foi o tradicional desfile do Olodum também com um caminhão movido a gás natural.

Vantagens

Ainda durante a entrevista ao programa Ligação Direta, Luiz Gavazza revelou que o trio elétrico movido a gás natural faz bem à saúde do folião.

“Com o gás natural, reduzimos quase a zero os poluentes que ficam suspensos na atmosfera, os chamados particulados. Isso reduz a incidência das doenças respiratórias nas pessoas”, apontou.

Além disso, acrescentou o presidente da Bahiagás, o gás natural é o combustível fóssil menos poluente dentre os derivados do petróleo.

“Com um veículo pesado, como é o caso do trio, estamos substituindo o diesel, que é o mais poluente derivado do petróleo. E o diesel consumido no Brasil é, em boa parte, importado. Portanto, o gás natural é menos poluente, representa 30% a menos na emissão de carbono”, contou.