Veja o resumo da noticia

  • Tribunal de Justiça da Bahia nega recurso da defesa, mantendo condenação dos pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido pela morte de Lucas Terra.
  • Crime ocorrido em 2001: Lucas Terra foi estuprado e morto após flagrar relação sexual entre pastores em templo da Igreja Universal.
  • Defesa dos réus solicitou suspensão da decisão do júri, mas o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça da Bahia.
  • Mãe de Lucas Terra expressa alívio e pede a prisão imediata dos pastores condenados após a decisão do Tribunal.
Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal

Em sessão realizada nesta quinta-feira (5), o Tribunal de Justiça da Bahia rejeitou o recurso da defesa dos acusados da morte do adolescente Lucas Terra e decidiu manter a decisão do júri popular ocorrido em 2023. Na ocasião, a Justiça condenou os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva a 21 anos de prisão em regime fechado pela morte de Lucas Terra, de 14 anos.

O crime ocorreu em 2001 na capital baiana. Segundo os autos do processo, o adolescente foi estuprado e morto após flagrar os pastores em uma relação sexual dentro de um templo da Igreja Universal, em Salvador. O corpo de Lucas foi abandonado em um terreno baldio após o crime.

Diante da condenação à época, a defesa dos réus entrou com recurso pedindo a suspensão da decisão do júri. No entanto, o pleito foi negado.

Desabafo

Após a decisão dos magistrados na tarde desta quinta-feira (5), a mãe de Lucas, Marion Terra, fez um desabafo emocionado. Aos prantos, ela relatou que o próximo passo é pedir a prisão dos condenados pela morte do seu filho.

“Foi mantida a decisão por unanimidade, agora só pedir a prisão desses assassinos condenados. Eu estou muito feliz, gente, olha, estou muito feliz. Eu tinha tanta certeza que ia acabar tudo isso. […] Eles foram condenados, julgados e agora é só cadeia neles. Cadeia neles”, disse em vídeo publicado nas redes sociais.

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