Veja o resumo da noticia
- Polícia Civil investiga o desaparecimento de entregador de pizza em Camaçari, apontando o padrasto da companheira como principal suspeito.
- Entregador foi acusado injustamente de estupro, com laudos periciais comprovando a sua inocência, mas as ameaças persistiram.
- Vítima relatou as ameaças e planejava mudar-se para São Paulo em busca de segurança, buscando proteção contra o agressor.
- O entregador foi raptado e, durante o sequestro, enviou um áudio à família, afirmando que seria libertado em breve.

A Polícia Civil apontou o principal suspeito do desaparecimento de um entregador de pizza, sumido desde o dia 28 de fevereiro em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Trata-se do padrasto da companheira do jovem, identificado pelo prenome Guilherme.
De acordo com a família, o entregador foi acusado de estuprar a enteada do suspeito, uma criança de 10 anos. No entanto, exames periciais comprovaram posteriormente que a menor não havia sido vítima de violência.
Mesmo diante das provas de inocência, o suspeito teria continuado a ameaçar Guilherme de morte. O entregador chegou a relatar as ameaças à família e pediu ajuda para se mudar para São Paulo em busca de proteção. A companheira do jovem também teria intercedido junto ao padrasto para que cessasse as ameaças, reforçando que o laudo médico não encontrou vestígios de atos libidinosos contra a criança.
O entregador foi raptado por homens a bordo de um veículo. Familiares realizaram buscas em uma área de mata em Camaçari, último local indicado pelo sinal do celular da vítima, mas não encontraram pistas.
Ainda segundo a família, Guilherme conseguiu enviar um áudio enquanto estava em poder dos sequestradores. Na mensagem, ele tentava tranquilizar os parentes, afirmando que tudo não passava de um engano e que seria liberado em breve. No entanto, o jovem não retornou para casa e permanece desaparecido.


