Veja o resumo da noticia
- Início do júri popular no Fórum Criminal de Dias d’Ávila sobre a morte da cantora gospel Sara Freitas, com três réus.
- Atraso no início da sessão devido à entrevista dos advogados de defesa com os clientes; julgamento já havia sido adiado.
- Proibição de aparelhos eletrônicos durante a sessão e previsão de 17 testemunhas, entre defesa e acusação.
- O crime ocorreu em outubro de 2023; réus incluem o viúvo da cantora e outros dois acusados de participação.
- Acusados respondem por feminicídio com agravantes, ocultação de cadáver e associação criminosa, estando presos.

Os três denunciados pelo Ministério Público da Bahia pela morte da cantora gospel Sara Freitas chegaram ao Fórum Criminal de Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), na manhã desta terça-feira (24). O júri popular teve início por volta das 11h.
A sessão estava marcada para ocorrer às 8h30, mas houve atraso porque os advogados de defesa desejaram conceder entrevista com seus clientes.
O julgamento ocorre após ter sido adiado em novembro de 2025. À época, os advogados de defesa dos acusados abandonaram a sessão, alegando falta de estrutura física e de segurança no local.
Durante a sessão, foi proibido o uso de aparelhos eletrônicos. Ao todo, 17 testemunhas devem ser ouvidas, sendo 12 de defesa e cinco de acusação.
Julgamento
O crime, que chocou o país, aconteceu em 24 de outubro de 2023, na entrada do Povoado Leandrinho. Os réus são o viúvo da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mentor do assassinato; Weslen Pablo Correia de Jesus (conhecido como Bispo Zadoque) e Victor Gabriel Oliveira Neves.
Os três estavam presos preventivamente e respondem por crimes de feminicídio executado por motivo torpe, meio cruel e sem possibilitar a defesa da vítima, de ocultação de cadáver e associação criminosa.


