Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo
Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi convidado pelo governo dos Estados Unidos a integrar o Conselho de Paz da Faixa de Gaza, mas, para ter um cargo vitalício no grupo, teria que contribuir com US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,37 bilhões). A proposta faz parte da segunda fase do acordo de paz para o território palestino.

O grupo deve reunir líderes e ex-líderes mundiais, além de integrantes do governo norte-americano. As informações constam em um documento do estatuto do conselho, divulgado pela agência Reuters.

Além de Lula, também foram convidados o presidente da Argentina, Javier Milei, representantes de outros 58 países e empresários, como o norte-americano Marc Rowan.

De acordo com o texto do estatuto, os membros terão mandato limitado, salvo exceções para quem fizer grandes contribuições financeiras.

“Cada Estado-membro cumprirá um mandato de no máximo três anos a partir da entrada em vigor desta Carta, sujeito a renovação pelo presidente”, diz o documento.

“O mandato de três anos não se aplicará aos Estados-membros que contribuírem com mais de US$ 1 bilhão em fundos em dinheiro para o Conselho de Paz no primeiro ano”.