Veja o resumo da noticia
- Deputado Marcelino Galo (PT) critica pesquisa do Instituto Séculus, questionando a credibilidade dos resultados divulgados sobre intenções de voto.
- Galo relembra que o instituto errou previsões em 2022, apontando vitória de ACM Neto, enquanto Jerônimo Rodrigues foi eleito no primeiro turno.
- O deputado questiona a falta de detalhamento sobre a amostra da pesquisa, como cidades, bairros e número de entrevistados por localidade.
- Críticas à metodologia e apresentação dos dados aos entrevistados, alegando que a falta de clareza pode distorcer interpretações.
- Galo critica o destaque visual dado ao nome de ACM Neto no gráfico da pesquisa, sugerindo possível influência na escolha do eleitor.
- O parlamentar levanta suspeitas sobre o momento do registro da pesquisa, logo após sondagem favorável a Jerônimo Rodrigues.

O deputado estadual Marcelino Galo (PT) criticou a nova pesquisa divulgada pelo Instituto Séculus, afirmando que ela apresenta falhas que comprometem a credibilidade dos resultados.
Ele lembrou que, em 2022, o mesmo instituto apontava ACM Neto como vencedor no primeiro turno, mas o resultado das urnas mostrou a eleição de Jerônimo Rodrigues.
Para Galo, a pesquisa atual careceu de informações essenciais que garantiriam transparência. “Não houve detalhamento sobre quais cidades e bairros foram pesquisados, nem o número de entrevistados por localidade, o que fragilizou o plano amostral”, afirmou.
O deputado também questionou a metodologia e a forma como os dados foram apresentados aos entrevistados. Segundo ele, a falta desses detalhes pode gerar interpretações distorcidas e reduzir a confiança do eleitor nos números divulgados.
Outro ponto criticado por Galo foi o gráfico usado na pesquisa. Ele observou que o nome de ACM Neto recebeu mais destaque visual do que o de Jerônimo Rodrigues, o que, na avaliação do parlamentar, poderia influenciar a escolha do eleitor.
O líder do PT na Assembleia ainda destacou o momento do registro da pesquisa no TSE, que ocorreu logo após outra sondagem mostrar Jerônimo Rodrigues à frente de ACM Neto. “É uma evidência de que a pesquisa da Séculus pode ter sido feita para rebater a que desagradou a oposição”, concluiu.


