
O orçamento da Prefeitura de Salvador para 2026 foi oficialmente sancionado pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil) e publicado na edição de segunda-feira (5) do Diário Oficial do Município.
A Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê um volume total de recursos de R$ 14,96 bilhões para a administração da capital baiana ao longo do ano.
Desse total, R$ 12,05 bilhões correspondem a receitas correntes, que representam a maior fatia do orçamento municipal.
Entre as principais fontes de arrecadação estão os impostos, taxas e contribuições de melhoria, que devem somar R$ 4,99 bilhões, englobando tributos como IPTU, ISS e ITIV. As transferências correntes aparecem em seguida, com previsão de R$ 5,83 bilhões, provenientes principalmente de repasses da União e do governo estadual, a exemplo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Também compõem as receitas correntes as contribuições, estimadas em R$ 637,9 milhões, além da receita patrimonial, que deve alcançar R$ 373,9 milhões e está relacionada à utilização e exploração dos bens públicos municipais.


