Veja o resumo da noticia
- O presidente da Câmara de Sobradinho, Edson Cardoso, é preso por descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça após ser investigado.
- O vereador, conhecido como Cachoeira do Bolo, já havia sido preso por posse ilegal de arma e era alvo de mandado de prisão temporária.
- As investigações apontam suspeitas de organização criminosa, peculato, contratação ilegal e frustração de licitações.
- Após obter liberdade provisória, o vereador descumpriu as condições estabelecidas, motivando o pedido de prisão preventiva.
- A Polícia Civil informou que o vereador não foi encontrado em casa, mas se apresentou espontaneamente à delegacia.
- A Polícia Civil investiga crimes ocorridos entre 2025 e 2026, após denúncias anônimas sobre fraudes em licitações.

O presidente da Câmara de Vereadores de Sobradinho, Edson Cardoso dos Santos (PSD), voltou a ser preso na quinta-feira (5) após descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça. O vereador é investigado por suspeita de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos.
Conhecido como “Cachoeira do Bolo”, o parlamentar já havia sido preso em flagrante no dia 25 de fevereiro por posse ilegal de arma de fogo. Além disso, ele também era alvo de mandado de prisão temporária.
As investigações apontam suspeitas de organização criminosa, peculato, contratação ilegal e frustração do caráter competitivo de licitação.
O vereador obteve liberdade provisória no dia 1º de março. No entanto, ele descumpriu as condições estabelecidas pela Justiça.
Diante disso, o Ministério Público da Bahia solicitou a prisão preventiva, que foi autorizada pelo Judiciário.
Em nota, a Polícia Civil da Bahia informou que Edson Cardoso não foi localizado em casa durante as diligências realizadas na quinta-feira.
Posteriormente, o vereador se apresentou espontaneamente à delegacia, onde teve o mandado de prisão cumprido.
Fraudes em licitações
De acordo com a Polícia Civil, os crimes investigados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. As apurações começaram após denúncias anônimas encaminhadas às autoridades.
Os investigadores analisam contratos e processos administrativos que podem ter causado prejuízo aos cofres públicos do município.


